O Greenpeace esta fazendo um cyberação, que basicamente é um protesto, contra a caça de baleias no Oceano Sul. Ela é levada a cabo principalmente pelos japoneses, sob o pretexto de realizar pesquisa científica subsidiada pelo seu governo. E pela primeira vez em mais de 50 anos, o Japão tem um novo governo. Com novos governos vêm novos objetivos políticos. Isso significa que nunca houve melhor momento para pressionarmos o Japão por uma mudança de política relativa à atividade baleeira.
O que o Greenpeace quer é que cada pessoa vá nesse site : http://www.send-a-whale.com/sendawhale/landing_trans.php?t_lang=pte crie sua baleia virtual que navegará pela internet levando sua mensagem de protesto ao governo japonês. É bem bonitinho, você monta uma baleia de origami com a cor que você quer, com olhinho e boca.
Eles vão tentar fazer com que essas baleias cheguem até o Primeiro Ministro do Japão, exigindo o fim da caça das baleias.

                                      
                                                                Minha baleiazinha..hehe

Category: | 0 Comments

Olá galera, sumi mas voltei com uma surpresinha.. Há uns dias atrás bisbilhotando pelo twitter surgiu a idéia de fazer uma entrevista com o Fabio Chaves nada mais nada menos que o idealizador do projeto vista-se. E ele muito educado e simpático me concedeu. ^^

Fabio Chaves é Publicitário Interativo - comunicador especializado em internet - e músico. Idealizador do projeto Vista-se, que gera inúmeros materiais e campanhas amplamente divulgados através da web, em especial, Orkut. Com ações pontuais e imagens trabalhadas vem se destacando entre os usuários da rede desde o início de suas atividades para a divulgação do vegetarianismo, que aconteceu em abril/2007. Sua proposta é inovar os atuais meios de abordagem, apresentando maneiras interativas de falar sobre vegetarianismo. Foi palestrante do 1° Encontro Nacional de Direitos Animais (ENDA)       www.vista-se.com.br/palestra

- A Entrevista.

VegansLife: Fabio, como se tornou vegetariano e por que?


Fabio Chaves:
Minha família é do nordeste, cresci à base de "mocotó" e outras pérolas da cozinha nordestina. Eu adoro o nordeste e existem pratos veganos lá, mas os mais conhecidos, infelizmente, não são nada veganos. Embora tenha crescido assim, comecei a perceber que algo estava errado, comecei a me sentir mal ao comer carne, percebi que estava errado. Ao contrário da maioria das pessoas, o que mais me chocou de cara foi o abate de frangos. Eu tomei a decisão de não mais participar deste ciclo de crueldade enquanto assistia a um vídeo de abate de frangos. Eu já tinha visto todo o sangue, já há algum tempo pesquisava sobre animais de consumo no Google mas o que me revoltou mais foi descobrir o tamanho da cadeia, ao reparar nas máquinas avançadas e em toda a tecnologia que o homem foi capaz de criar para matar animais. Esta decisão ocorreu por volta de 2005, bem tarde em minha vida.

VL: O que pensa sobre o consumo de leite e ovos?

Fabio:
ovo-lacto vegetarianismo sem dúvida é um passo importante para quem respeita animais. Mas não é o fim da jornada. A grande maioria dos veganos já foram ovo-lacto vegetarianos então não vejo razão para acusar quem está nessa fase. Contudo, um ovo-lacto vegetariano não deve se esconder atrás do título "fase" para continuar consumindo produtos de origem animal mesmo depois de descobrir que esta indústria, a dos ovos e leite, é ainda mais cruel que a de carne.

VL: O que pensa á respeito de "educar" as crianças sobre o vegetarianismo desde cedo? ou elas devem esperar elas crescerem e optarem pelo que querem?


Fabio:
Meus pais me educaram a comer pata e fígado de boi, asas de galinhas e todo tipo de comida que eles julgavam apropriadas à minha dieta para que eu crescesse de forma saudável. É raro um pai ou uma mãe que quer o mal para seu filho. Eu amo meus pais e sei que tudo que eles fizeram nesse sentido foi pensando em me fazer bem. É a função dos pais passar para os filhos as melhores práticas de vida em várias áreas e não só na alimentação. Pais vegetarianos devem, com certeza, ensinar o que acreditam a seus filhos. Com muito critério e informação, para que a saúde da criança seja um exemplo de que a dieta vegetariana é absolutamente compatível e recomendada ao ser humano. meus filhos certamente serão veganos até que eles possam fazer suas próprias escolhas. Acredito que a chance deles optarem por comer carne seja mínima diante da criação que vou dá-los, mas se assim decidirem, continuarão sendo meus filhos e, como tais, amados ao extremo.

VL: Algumas pessoas alegam que os animais que são abatidos não sofrem, que em diversos abatedouros é só uma pancadinha e não sentem nada, poderia falar um pouco sobre?


Fabio:
Abate Humanitário não existe, ou melhor, existe: é bem coisa de ser humano mesmo fazer aquilo com animais. Quem fala mais e melhor sobre isso é o Biólogo Sérgio Greif, em seu artigo publicado aqui.

VL: Como surgiu a idéia de criar o vista-se?

Fabio:
Quando comecei a achar que algo estava errado em meu prato, descobri quase tudo que queria na internet. Como já trabalho com internet há alguns anos, achei justo devolver esta informação e multiplicar as possibilidades de as pessoas acharem conteúdo sobre vegetarianismo na web. Fiz o Vista-se para que outras pessoas tenham o que eu tive: informação.

VL: Demorou pro vista-se ganhar destaque na internet? como foi esse processo?

Fabio:
No início divulguei bastante no Orkut, fiz camisetas com temas vegetarianos e as vendia no site. Sorteava muitas delas em redes sociais, isso deu uma alavancada nos acessos, as pessoas começaram a conhecer o site pelas camisetas, mas depois resolvi focar em conteúdo e hoje o site anda com as próprias pernas, é bem conhecido entre os vegetarianos e está bem colocado no Google para consultas sobre vegetarianismo e direitos animais.

VL: Como você selecionou seus colunistas?

Fabio:
Os atuais colunistas escolhi por conhecê-los pessoalmente e saber de suas intenções. Depois percebi que muitas pessoas com bons textos queriam participar do Vista-se como colunistas, mas hoje o cadastro de colunistas é trabalhoso e por isso o número de colunistas não cresce. Em primeiríssima mão: Um novo Vista-se está sendo cuidadosamente alaborado e nele o espaço para novos colunistas vai ser o destaque principal. Basicamente, o Vista-se vai continuar com o conteúdo atual só que com muito mais participação de nutricionistas, veterinários, advogados e profissionais de todas as áreas. Portanto, se alguém aí tem boas intençòes e bons textos, guarde-os, em breve vamos ter seleções de novos colunistas no Vista-se.

VL: Qual o recado que você deixa para as pessoas que, provavelmente estão lendo isso e que gostem do assunto, tenham curiosidade e talvez vontade de se tornarem vegetarianos/veganos, mas ainda tem receio de se tornarem?

Fabio:Você tem um propósito? Se o seu propósito for forte o suficiente você conseguirá parar de explorar animais. É importante também conhecer boa comida vegana, não julgue o sabor dessa alimentação pelo primeiro prato que experimentar, vá atrás, descubra novos sabores. E, sempre: Informe-se, o tempo todo.

Agradecemos imensamente ao Fabio Chaves ter nos concedido essa entrevista. A entrevista ficou muito boa, esperamos que vocês também tenham gostado, e até semana que vem.

Category: | 0 Comments

Estava eu ontem lendo sobre o astronauta chinês que se orgulhou de consumir carne de cachorro durante missão no espaço e me lembrei de um texto interessante, também publicado ontem, pelo Ari Solomon, do Huffington Post. O título original é A man walks into a restaurant... A short story. Resolvi traduzi-lo e convidar você para uma reflexão grupal - uia!




Este é um teste.


Um homem entra num restaurante.


Bom, na verdade, um homem e seu cachorro, um filhote de labrador fofíssimo...daqueles que você tem que parar e fazer um carinho quando vê na rua ou num parque. Uma jovem recepcionista se aproxima e diz para o homem que é proibido entrar com cães no restaurante, inclusive na área do terraço. Aí, o cachorro lambe a mão dela. “Ele é tão fofo”, se derrete, e diz ao homem que libera o cão só dessa vez, mas ele tem que ficar no colo do homem. O homem sorri e ela lhe indica sua mesa.


Depois de um minuto, um garçon se aproxima. Ele também nota a presença do filhote, mas diz para o homem que o proprietário não vai se incomodar; o restaurante é novo e diferente. “Nós somos um estabelecimento moderno e ecologicamente correto”, diz com orgulho, explicando que só servem alimentos sustentáveis e de criação e abate humanitários. O homem diz que é por isso que ele foi jantar lá; ele é ambientalista e adora esse conceito.


O garçon deixa o cliente por alguns minutos e então volta: “já escolheu?” O homem, que nem chegou a olhar o cardápio, sorri e diz, “Sim, gostaria que você cozinhasse ele”, apontando para o cãozinho.


O garçon solta uma risada nervosa: “Nós não servimos cachorro nesse restaurante. Aliás, tenho certeza de que isso é ilegal”. Não, corrige alegremente o homem, é perfeitamente legal tanto aqui quanto em vários outros estados. “E”, acrescenta, “é a carne mais ecologicamente correta por aqui”.


O garçon se encolhe, confuso, enquanto o cliente continua: “Vocês priorizam os alimentos sustentáveis, certo?” O garçon afirma que sim. O homem explica que 5 milhões de cães e gatos são sacrificados em abrigos todo ano e sua carne simplesmente descartada. Ele adotou seu cão de um abrigo. “Se você quer um alimento local e sustentável, comer a carne de animais abandonados ganha de longe de animais criados em fazendas, abatidos e que depois têm sua carne transportada por aí. Mate-o humanitariamente, oras, exatamente como você diz que os outros animais servidos aqui são mortos”.


“Mas é um cachorro” insiste o garçon encarando o homem, “comê-los é totalmente diferente e isso é nojento. Cães são como a nossa família, são inteligentes, carinhosos, são como nós.” O homem rebate rápido, “Mas porcos são mais espertos que cães. Aliás, são tão inteligentes quanto uma criança de 4 anos. Galinhas demonstram traços incríveis de personalidade, desde curiosidade a timidez e orgulho, e elas formam estruturas sociais extremamente complexas. Vacas também têm personalidades individuais. Elas inclusive lambem você, assim como os cães fazem, pra demonstrar afeição. E eu tenho certeza de que você concorda comigo que em termos de medo e sofrimento, tanto cães quanto porcos, galinhas e vacas são semelhantes.”


"Então, levando tudo isso em conta, diz o homem, qual é realmente a diferença se eu quiser comer esse cachorro?"


Sua tarefa: Responder a pergunta do homem.

*Copiado do blog muito legal da Andréa Nichols *Animalista*

Category: | 0 Comments

Existe muita hipocrisia no mundo.

As pessoas tem animais de estimação e ingerem outros animais. As mesmas pessoas que têm animais de estimação como um cachorro, acha engraçado ou loucos os hindus acharem as vacas ou serpentes sagradas e não comê-las, ao mesmo tempo que acham errado os chineses matarem um cachorro para comer.

Então só por no ocidente nós criamos animais domésticos como cachorros e gatos, os chineses estão errados em matá-los? Mas a vaca, sagrada para os hindus, pode ser morta sem pestanejar para virar comida?

Tudo está errado! Animais não nascem para servirem aos humanos, para serem escravos, ou até mesmo comida. Você provavelmente não é a favor de qualquer tipo de preconceito, como o Racismo por exemplo, mas provavelmente não conhece o Especismo. Segue um trecho de um texto muito interessante que fala sobre o assunto:

"Não devemos explorar as mulheres apenas porque elas são mulheres, o que seria MACHISMO.

Também não devemos explorar pessoas negras apenas porque elas são negras, o que seria RACISMO.

Explorar um indíviduo só porque ele pertence a uma espécie biológica diferente da nossa, é um tipo de preconceito muito similar aos anteriores, e isso se chama ESPECISMO."

Category: | 0 Comments